Mayra Jucá
O Super-8 no AI-5
Memórias de cinema e juventude na década de 1970
Letra Capital

O trabalho combina pesquisa fílmica, análise documental, bibliografia e entrevistas. A autora utiliza conteúdo audiovisual como ferramenta de ativação de memória das experiências juvenis durante os anos da ditadura militar no Brasil.
"Referências a câmeras como armas aparecem em depoimentos de superoitistas e em diversos textos dos anos 1970, incluindo o trabalho do cineasta Sérgio Péo: o equipamento funcionava como instrumento decolonizador..."
Lançamentos

Bienal do Livro do Rio de Janeiro
Estação Net Rio, Botafogo — sessão de autógrafos
Soberano Bar-museu, São Paulo — 12º Festival Super-OFF
XXVIII Encontro SOCINE, Universidade Federal do Pará, Belém
IESP-UERJ, Rio de Janeiro — palestra e debate
Endossos
“Este livro trata de uma história pouco conhecida do público, mesmo pelos cientistas sociais ou historiadores de nosso próprio país. Pior que isso, ficou soterrada também a sua história em nosso campo cinematográfico e audiovisual, seja como herança às novas gerações ou como legado muito enriquecedor ao nosso campo audiovisual brasileiro.”
Tradução
“Este livro trata de uma história pouco conhecida do público, mesmo pelos cientistas sociais ou historiadores de nosso próprio país. Pior que isso, ficou soterrada também a sua história em nosso campo cinematográfico e audiovisual, seja como herança às novas gerações ou como legado muito enriquecedor ao nosso campo audiovisual brasileiro.”
“O frescor desses filmes como fontes históricas vem do fato de terem sido produzidos como um comentário-denúncia do que acontecia no momento em que foram filmados, sem no entanto encerrá-los em uma mensagem coerente, concisa ou panfletária. Deixam entrever e constroem, não sem intenção, uma história das mentalidades polifônicas, dissonantes, e conflitivas da vida urbana sob a ditadura.”
Tradução
“O frescor desses filmes como fontes históricas vem do fato de terem sido produzidos como um comentário-denúncia do que acontecia no momento em que foram filmados, sem no entanto encerrá-los em uma mensagem coerente, concisa ou panfletária. Deixam entrever e constroem, não sem intenção, uma história das mentalidades polifônicas, dissonantes, e conflitivas da vida urbana sob a ditadura.”
“Este livro é fruto de uma travessia entre os rastros do Super-8 como prática artística e política e sua retomada como arquivo vivo. Mayra constrói um olhar singular sobre a cena superoitista dos anos 1970, com destaque para o filme Pira, de Sérgio Péo — obra que ela analisa como documento, experiência e dispositivo de memória. Uma leitura que interessa a todos que desejam compreender como o audiovisual também pode reinventar as formas de viver, ocupar e imaginar a cidade.”
Tradução
“Este livro é fruto de uma travessia entre os rastros do Super-8 como prática artística e política e sua retomada como arquivo vivo. Mayra constrói um olhar singular sobre a cena superoitista dos anos 1970, com destaque para o filme Pira, de Sérgio Péo — obra que ela analisa como documento, experiência e dispositivo de memória. Uma leitura que interessa a todos que desejam compreender como o audiovisual também pode reinventar as formas de viver, ocupar e imaginar a cidade.”
“Um mergulho afetivo e crítico no universo do Super-8 brasileiro. A partir da escuta atenta aos seus realizadores e do resgate de imagens quase esquecidas, Mayra Jucá reconstrói a história de um cinema experimental, inventivo e profundamente enraizado na efervescência das ruas. Em plena ditadura, jovens cineastas empunharam câmeras leves para produzir obras que tensionavam as fronteiras entre arte e vida, documentário e performance, ficção e intervenção urbana. O livro ilumina essa produção marcada pela liberdade estética e pela urgência política, muitas vezes excluída das narrativas oficiais do cinema brasileiro. Propõe ao leitor reimaginar o passado a partir de imagens fragmentadas e vibrantes — e a reconhecer, nelas, a potência da invenção coletiva em tempos de repressão. Um convite à memória e à imaginação histórica.”
Tradução
“Um mergulho afetivo e crítico no universo do Super-8 brasileiro. A partir da escuta atenta aos seus realizadores e do resgate de imagens quase esquecidas, Mayra Jucá reconstrói a história de um cinema experimental, inventivo e profundamente enraizado na efervescência das ruas. Em plena ditadura, jovens cineastas empunharam câmeras leves para produzir obras que tensionavam as fronteiras entre arte e vida, documentário e performance, ficção e intervenção urbana. O livro ilumina essa produção marcada pela liberdade estética e pela urgência política, muitas vezes excluída das narrativas oficiais do cinema brasileiro. Propõe ao leitor reimaginar o passado a partir de imagens fragmentadas e vibrantes — e a reconhecer, nelas, a potência da invenção coletiva em tempos de repressão. Um convite à memória e à imaginação histórica.”
Na Imprensa
Bienal: Jornalista lança livro sobre a importância das câmeras Super-8 para retratar a juventude dos anos 1970
Ancelmo Góis
Bienal: Jornalista lança livro sobre a importância das câmeras Super-8 para retratar a juventude dos anos 1970
Mayra Jucá lança livro sobre cinema e juventude nos anos 1970
Cinema e juventude contra a ditadura
Entrevista ao vivo — Encontro SOCINE, Belém



Onde Adquirir
Lojinha Cavídeo na Estação Net Rio, Rio de Janeiro
Letra Capital — +28 anos como editora acadêmica.