Mayra Jucá

O Super-8 no AI-5

Memórias de cinema e juventude na década de 1970

Letra Capital

O Super-8 no AI-5 — capa do livro

O trabalho combina pesquisa fílmica, análise documental, bibliografia e entrevistas. A autora utiliza conteúdo audiovisual como ferramenta de ativação de memória das experiências juvenis durante os anos da ditadura militar no Brasil.

"Referências a câmeras como armas aparecem em depoimentos de superoitistas e em diversos textos dos anos 1970, incluindo o trabalho do cineasta Sérgio Péo: o equipamento funcionava como instrumento decolonizador..."

Lançamentos

O Super-8 no AI-5 — Bienal do Livro Rio 2025
15 de junho de 2025

Bienal do Livro do Rio de Janeiro

8 de agosto de 2025

Estação Net Rio, Botafogo — sessão de autógrafos

16 de agosto de 2025

Soberano Bar-museu, São Paulo — 12º Festival Super-OFF

30 de setembro a 3 de outubro de 2025

XXVIII Encontro SOCINE, Universidade Federal do Pará, Belém

6 de novembro de 2025

IESP-UERJ, Rio de Janeiro — palestra e debate

Endossos

Este livro trata de uma história pouco conhecida do público, mesmo pelos cientistas sociais ou historiadores de nosso próprio país. Pior que isso, ficou soterrada também a sua história em nosso campo cinematográfico e audiovisual, seja como herança às novas gerações ou como legado muito enriquecedor ao nosso campo audiovisual brasileiro.

Tradução

Este livro trata de uma história pouco conhecida do público, mesmo pelos cientistas sociais ou historiadores de nosso próprio país. Pior que isso, ficou soterrada também a sua história em nosso campo cinematográfico e audiovisual, seja como herança às novas gerações ou como legado muito enriquecedor ao nosso campo audiovisual brasileiro.

Rubens Machado Jr.

ECA-USP

O frescor desses filmes como fontes históricas vem do fato de terem sido produzidos como um comentário-denúncia do que acontecia no momento em que foram filmados, sem no entanto encerrá-los em uma mensagem coerente, concisa ou panfletária. Deixam entrever e constroem, não sem intenção, uma história das mentalidades polifônicas, dissonantes, e conflitivas da vida urbana sob a ditadura.

Tradução

O frescor desses filmes como fontes históricas vem do fato de terem sido produzidos como um comentário-denúncia do que acontecia no momento em que foram filmados, sem no entanto encerrá-los em uma mensagem coerente, concisa ou panfletária. Deixam entrever e constroem, não sem intenção, uma história das mentalidades polifônicas, dissonantes, e conflitivas da vida urbana sob a ditadura.

Mariana Cavalcanti

IESP-UERJ

Este livro é fruto de uma travessia entre os rastros do Super-8 como prática artística e política e sua retomada como arquivo vivo. Mayra constrói um olhar singular sobre a cena superoitista dos anos 1970, com destaque para o filme Pira, de Sérgio Péo — obra que ela analisa como documento, experiência e dispositivo de memória. Uma leitura que interessa a todos que desejam compreender como o audiovisual também pode reinventar as formas de viver, ocupar e imaginar a cidade.

Tradução

Este livro é fruto de uma travessia entre os rastros do Super-8 como prática artística e política e sua retomada como arquivo vivo. Mayra constrói um olhar singular sobre a cena superoitista dos anos 1970, com destaque para o filme Pira, de Sérgio Péo — obra que ela analisa como documento, experiência e dispositivo de memória. Uma leitura que interessa a todos que desejam compreender como o audiovisual também pode reinventar as formas de viver, ocupar e imaginar a cidade.

Thaís Blank

FGV-CPDOC

Um mergulho afetivo e crítico no universo do Super-8 brasileiro. A partir da escuta atenta aos seus realizadores e do resgate de imagens quase esquecidas, Mayra Jucá reconstrói a história de um cinema experimental, inventivo e profundamente enraizado na efervescência das ruas. Em plena ditadura, jovens cineastas empunharam câmeras leves para produzir obras que tensionavam as fronteiras entre arte e vida, documentário e performance, ficção e intervenção urbana. O livro ilumina essa produção marcada pela liberdade estética e pela urgência política, muitas vezes excluída das narrativas oficiais do cinema brasileiro. Propõe ao leitor reimaginar o passado a partir de imagens fragmentadas e vibrantes — e a reconhecer, nelas, a potência da invenção coletiva em tempos de repressão. Um convite à memória e à imaginação histórica.

Tradução

Um mergulho afetivo e crítico no universo do Super-8 brasileiro. A partir da escuta atenta aos seus realizadores e do resgate de imagens quase esquecidas, Mayra Jucá reconstrói a história de um cinema experimental, inventivo e profundamente enraizado na efervescência das ruas. Em plena ditadura, jovens cineastas empunharam câmeras leves para produzir obras que tensionavam as fronteiras entre arte e vida, documentário e performance, ficção e intervenção urbana. O livro ilumina essa produção marcada pela liberdade estética e pela urgência política, muitas vezes excluída das narrativas oficiais do cinema brasileiro. Propõe ao leitor reimaginar o passado a partir de imagens fragmentadas e vibrantes — e a reconhecer, nelas, a potência da invenção coletiva em tempos de repressão. Um convite à memória e à imaginação histórica.

Patrícia Machado

PUC-Rio

Na Imprensa

O Globo

Bienal: Jornalista lança livro sobre a importância das câmeras Super-8 para retratar a juventude dos anos 1970

Ancelmo Góis

Associação Brasileira de Imprensa

Bienal: Jornalista lança livro sobre a importância das câmeras Super-8 para retratar a juventude dos anos 1970

Rádio Roquette Pinto

Mayra Jucá lança livro sobre cinema e juventude nos anos 1970

Jornal do Commercio

Cinema e juventude contra a ditadura

TV Liberal (Bom Dia Pará)

Entrevista ao vivo — Encontro SOCINE, Belém

Pira, filme de Sérgio Péo
Still de filme Super-8
Arte urbana dos anos 1970

Onde Adquirir

Lojinha Cavídeo na Estação Net Rio, Rio de Janeiro

livrosuper8@gmail.com

Letra Capital — +28 anos como editora acadêmica.